Repouso minha cabeça e algo acontece.
As idéias se espalham como um quebra-cabeça dentro de uma caixa.
E, então, fecho os olhos para montá-lo.
A brincadeira começa quase sempre que do mesmo jeito.
Separo as peças dos cantos. Aquelas que, ao menos, eu sei onde vão estar.
Então, começa pelo que fazer amanhã, e depois, e até o fim da semana.
Tento encaixar todas elas, e a moldura da mente está pronta.
Hora de escolher as peças que são representativas.
Daquelas que você bate o olho e: "Aha! É essa parte do desenho!"
E, a partir daí, claro, vem as peças adjacentes. Nada que uma cor parecida não resolva.
Eu diria que esse é o plano das bobagens: as próximas aventuras, passeios, filmes, jogos, músicas...
Olho para o chão e já vejo alguns blocos de tamanhos aleatórios se formando.
É a fase leve do trabalho.
A próxima etapa é bem mais complexa.
Unir os grandes blocos exige noção espacial do desenho e uma boa previsão sobre o caminho entre eles.
Surgem os planos de longo prazo.
O fim da faculdade, as últimas matérias, o projeto final, congressos e novas provas.
Movo os blocos com a palma das mãos para evitar que desmanchem e tento organizá-los.
E, enfim, o último passo. As peças que sobram.
Eu olho e olho.
Tento memorizar o formato dos encaixes e comparar com cada complemento.
São as últimas idéias que antecedem o, enfim, sono.
Lembranças empoeiradas, ruas onde caminhei, diálogos perdidos que tive.
A apelação final para as últimas peças é, simplesmente, tentar.
Tenta aqui, tenta ali. Gira, gira. Encaixa! Ah!!!
É o voo de palavras solitárias, nomes importantes, pessoas queridas e contas sem importância.
O quebra-cabeça está montado.
Olhos bem abertos para apreciar sua bela imagem, depois de tanto trabalho.
Olhos bem fechados para apreciar seus belos sonhos, depois de tanto pensar.
Separo as peças dos cantos. Aquelas que, ao menos, eu sei onde vão estar.
Então, começa pelo que fazer amanhã, e depois, e até o fim da semana.
Tento encaixar todas elas, e a moldura da mente está pronta.
Hora de escolher as peças que são representativas.
Daquelas que você bate o olho e: "Aha! É essa parte do desenho!"
E, a partir daí, claro, vem as peças adjacentes. Nada que uma cor parecida não resolva.
Eu diria que esse é o plano das bobagens: as próximas aventuras, passeios, filmes, jogos, músicas...
Olho para o chão e já vejo alguns blocos de tamanhos aleatórios se formando.
É a fase leve do trabalho.
A próxima etapa é bem mais complexa.
Unir os grandes blocos exige noção espacial do desenho e uma boa previsão sobre o caminho entre eles.
Surgem os planos de longo prazo.
O fim da faculdade, as últimas matérias, o projeto final, congressos e novas provas.
Movo os blocos com a palma das mãos para evitar que desmanchem e tento organizá-los.
E, enfim, o último passo. As peças que sobram.
Eu olho e olho.
Tento memorizar o formato dos encaixes e comparar com cada complemento.
São as últimas idéias que antecedem o, enfim, sono.
Lembranças empoeiradas, ruas onde caminhei, diálogos perdidos que tive.
A apelação final para as últimas peças é, simplesmente, tentar.
Tenta aqui, tenta ali. Gira, gira. Encaixa! Ah!!!
É o voo de palavras solitárias, nomes importantes, pessoas queridas e contas sem importância.
O quebra-cabeça está montado.
Olhos bem abertos para apreciar sua bela imagem, depois de tanto trabalho.
Olhos bem fechados para apreciar seus belos sonhos, depois de tanto pensar.